Quem tem medo da inovação?

Out 21, 2020

Nos tempos atuais, a inovação deixou de ser opção e passou a ser uma necessidade. É muito comum se pensar que para inovar, sempre será preciso ter uma grande revolução, quando na verdade nem sempre é bem assim. Inovar é sim sair da zona de conforto, é buscar melhores e novos resultados. O que parece um simples ato de se pensar e buscar respostas para perguntas do tipo:  “Como posso fazer isso melhor?” e “O que eu posso fazer de novo mas ainda não tentei?”, já sinalizam o início de um ato de inovação, pois essas atitudes levam a estar atento aos processos e práticas da empresa em busca de oportunidades de diversificação e desenvolvimento.

Além de novos ares, a inovação traz com ela algumas outras vantagens. Empresas que têm isso como cultura, estão mais preparadas para imprevistos e tendem a ser mais sustentáveis. Essa prática de olhar para o novo, ajuda equipes a identificarem saídas mais rápidas quando necessário e as otimizações de processo. Outra vantagem que podemos destacar é que produtos e serviços inovadores podem ser grandes vantagens competitivas em relação a outros empreendimentos do setor.

Por diversas vezes ouvimos gestores dizendo que não investem em inovação por falta de capital, de profissionais ou até mesmo por oportunidade para trazer a inovação para dentro de sua empresa. Essas são apenas algumas das muitas “desculpas” para não se mexerem, que acabam por atrapalhar o crescimento de um negócio. Pensando nisso, fizemos uma lista de erros que atrapalham no processo de inovação, para que você evite cometê-los ou caso pratique algum deles, tente mudar. Veja algumas dicas:

A Zona de Conforto: uma perigosa ilusionista, seus truques e ilusões fazem as pessoas acreditarem que o tempo não passa, se distanciando cada vez mais da realidade de seus consumidores e de seus negócios. Quando acordam do transe, para a maioria das vítimas já é tarde demais.

O Cotidiano: e-mails e reuniões desnecessárias, falta de foco, falta de tempo, baixa produtividade. Essas são algumas armas do sagaz Cotidiano, que prende suas vítimas em um redemoinho de atividades, impedindo que elas enxerguem alternativas ou oportunidades. Esgotadas, suas vítimas acabam sendo literalmente engolidas pelo ardiloso vilão.

O Sabotador Interno: na maioria das vezes um (fiel) comparsa da zona de conforto e do cotidiano, ele tende a esconder em sua gaveta mágica todas as boas oportunidades que a empresa tem de decolar. Com o tempo, os projetos são totalmente esquecidos, principalmente se a empresa estiver sendo atacada também pelo cotidiano ou pela zona de conforto. O sabotador interno tem facilidade para se disfarçar em qualquer área da empresa. Todo cuidado é pouco.

O Centralizador: o centralizador é um anti-herói. Ao mesmo tempo em que diz que está do lado dos mocinhos buscando a realização dos objetivos, fazendo o melhor para todos, ao absorver novos projetos ou atividades, tende a criar um campo de força ao mesmo tempo invisível e impenetrável, impedindo que qualquer outra pessoa possa ver ou se aproximar dos projetos.

A Inércia: com o poder do atrito, a inércia tende a emperrar qualquer movimentação de projeto ou objetivo da empresa. Seus poderes também envolvem a manipulação mental de suas vítimas, fazendo elas acreditarem que nada é possível, ou que precisará de mais gente, tempo ou recursos do que tem disponível.

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